Escola B. 2,3 c/ Sec. José Falcão

Miranda do Corvo

 

 

O CONCELHO DE MIRANDA DO CORVO

O concelho de Miranda do Corvo situa-se no Distrito de Coimbra, 25 Km a sudeste desta cidade, confinando com os concelhos de : Coimbra, Poiares, Lousã, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Penela e Condeixa-a Nova.

Composto por 5 Freguesias e abrangendo uma área de 126,98 Km², a sua densidade populacional é de 91,9 habitantes/Km².O concelho tem uma área quase sempre montanhosa. Do lado nascente e sul fica o maciço da Serra da Lousã, que vai até à Serra do Espinho, onde se atinge a altitude de 963 m, até às povoações da Serra de Vila Nova, onde se confronta com os concelhos de Penela e Figueiró dos Vinhos.

Para o Norte do concelho fica a Serra de Semide, que atinge o seu ponto mais alto no "castelo", com 413 m, próximo da povoação do Senhor da Serra. A Poente fica o ponto mais elevado, o "cabeço", que desce a um planalto onde fica a freguesia de Lamas. É na bacia contornada por estas montanhas que se situa a vila de Miranda do Corvo e algumas das povoações mais importantes.

 

  O concelho é banhado por 3 rios: o Alheda (nasce perto da povoação do Gondramaz e desagua no rio Dueça, a jusante do açude do Panão, com um curso de 8 Km), o Dueça (tem a sua nascente na costa oriental do Monte Vez, em Penela, mas a maior parte do seu curso é no concelho de Miranda, onde entra no lugar da Retorta, até ao fundo do lugar do Vale do Açor, acabando por desaguar no rio Ceira, junto à povoação com o mesmo nome) e o rio Ceira (banha a parte Norte do concelho, desde Segade até ao Cabouco). Estes rios foram um importante factor de fixação das populações, pois além de irrigarem os campos das sua margens, forneciam a energia para a laboração de lagares, azenhas e engenhos de linho, apresentando também nos seus cursos alguns pontos de rara beleza.  

 

UM POUCO DE HSTÓRIA

A fundação do Município de Miranda do Corvo remonta aos primórdios da nossa nacionalidade, quando D.Afonso Henriques concedeu a carta de firmeza e de foro a Miranda , a Uzberto e esposa, em 19 de Novembro de 1136.
A importância estratégica de Miranda foi reconhecida pelo monarca que decidiu reconstruir o castelo, arrasado vinte anos antes pelas tropas sarracenas.
Erguendo-se o castelo no morro ladeado a nascente e sul pelos rios Alheda e Dueça, este dominava a saída dos vales destes rios e a passagem natural entre a Estremadura e as Beiras, já referida pelos Romanos, que era a estrada de Tomar a Foz de Arouce, cujo perfil ainda se detecta em alguns pontos, designada por Estrada Real.
A carta de firmeza e de foro concedida por D.Afonso Henriques em 1136 viria a ser confirmada por meio de carta autenticada com selo de chumbo em 1217, por D.Afonso II. O foral de Miranda do Corvo reveste-se de grande importância na história dos forais portugueses, pois este foral é o precursor da transformação do pagamento das penas em dinheiro, abandonando-se progressivamente as penas corporais.


Como chegar...

Escola B. 2,3 c/Sec. José Falcão
Rua Lídio Alves Gomes
3220 - Miranda do Corvo

 

E-mail: eb23s.josefalcao@gmail.com || Tel: 239 530 010 || Fax: 239 530 019

 
Website templatesBusiness directory UKYellow pages USWebsite design companyWeb design directoryWeb design directory AustraliaWeb design directory CanadaFree education web templates